Itens básicos de alimentação tiveram alta de mais de 400% em dois anos

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Os gastos com itens básicos de alimentação estão pesando cada vez mais no bolso do consumidor. Um levantamento feito pela reportagem do PRIMEIRAFEIRA constatou que alguns itens tiveram alta de até 400 % em pouco mais de dois anos. Para isso, levamos em consideração uma reportagem divulgada pelo PRIMEIRAFEIRA em setembro de 2019, comparando com os preços de 11 itens básicos encontrados em pelo menos cinco redes de supermercado da cidade nesta semana.

O tomate foi um dos itens que apresentaram a maior alta. Em 2019 ele era encontrado a R$ 1,99 o quilo, enquanto atualmente, o preço mínimo é de 6,89, alta de 246%. O pacote de pó de café de 500 gramas que antes poderia ter sido encontrado a R$ 4,49, o preço pode chegar a R$ 23,98, uma variação de 434%.

Por outro lado, a cebola mostrou uma pequena variação, com o preço mínimo encontrado igual ao menor preço praticado em 2019. Nesta semana o preço do quilo da cebola variava entre R$ 2,98 e R$ 4,80.

Preço dos combustíveis também teve alta

O preço dos combustíveis também registrou alta considerável nos últimos meses. Em março de 2021, o preço da Gasolina Comum variava entre R$ 4,89 e R$ 5,65, enquanto em alguns postos, hoje o preço do combustível pode chegar à R$ 6,89. Já o Etanol, que há um ano era encontrado entre R$ 3,79 e R$ 4,09, teve um impacto menor aos motoristas, com uma variação positiva de 7%. Nesta semana, o Etanol era comercializado à R$ 4,39 (menor preço encontrado).

Cesta básica ficou mais cara em 2021

Em 2021, o valor da cesta básica aumentou nas 17 capitais onde o DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) realiza mensalmente a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.

As altas mais expressivas, quando se compara dezembro de 2020 com o mesmo mês de 2021, foram registradas em Curitiba (16,30%), Natal (15,42%), Recife (13,42%), Florianópolis (12,02%) e Campo Grande (11,26%). As menores taxas acumuladas foram as de Brasília (5,03%), Aracaju (5,49%) e Goiânia (5,93%).

Em dezembro de 2021, o maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos foi o de São Paulo (R$ 690,51), depois o de Florianópolis (R$ 689,56) e, em seguida, o de Porto Alegre (R$ 682,90). Entre as cidades do Norte e Nordeste, localidades onde a composição da cesta é diferente, os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 478,05), João Pessoa (R$ 510,82) e Salvador (R$ 518,21).

Veja no nosso portal outras reportagens que explicam o aumento do preço e os custos que mais pesam no bolso.

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